Inetum é o principal mecenas da exposição “VHILS - PRISMA” no MAAT

Inetum é o principal mecenas da exposição “VHILS - PRISMA” no MAAT

A Inetum continua a apoiar as iniciativas do MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia) – e em 2022 é mecenas exclusivo da nova exposição “VHILS - PRISMA”, da autoria do artista português Alexandre Farto - Vhils.

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A Inetum, empresa de serviços de TI e líder de mercado na implementação de soluções SAP, continua a apoiar as iniciativas do MAAT (Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia) – e em 2022 é mecenas exclusivo da nova exposição “VHILS - PRISMA”, da autoria do artista português Alexandre Farto - Vhils.

Francisco Febrero, Group Corporate VP, CEO SAP BL & Head of Portugal da Inetum, explica que “A inovação criativa, o mecenato cultural e o apoio aos artistas é uma preocupação fundamental da gestão da Inetum. Sendo o MAAT um dos mais relevantes projetos culturais de Lisboa decidimos manter e reforçar o nosso apoio pois continuamos a ver nesta parceria com a Fundação EDP e o MAAT o projeto ideal para o nosso programa de responsabilidade social na área da cultura.”

Alexandre Farto, conhecido como Vhils, apresenta uma proposta inesperada que recorre exclusivamente ao vídeo, uma linguagem que o artista português tem vindo a explorar mais recentemente. Prisma é uma exposição composta por um conjunto de imagens representando o quotidiano em nove metrópoles: Cidade do México, Cincinnati, Hong Kong, Lisboa, Los Angeles, Macau, Paris, Pequim e Xangai, onde o artista realizou, ao longo dos últimos anos, importantes trabalhos de arte pública.

Esta instalação de grande escala, com registos em câmara lenta projetados em ecrãs que transformam o espaço da galeria Oval num labirinto urbano, proporciona ao visitante uma experiência verdadeiramente imersiva, numa construção que manipula e distorce efeitos de espaço, escala e luz.

Desenvolvida num contexto global, anterior à crise pandémica, a instalação envolve os visitantes em ambientes banais em que a individualidade de cada cidade, assim como a identidade dos seus habitantes, se perde. Porém, ao percorrer estes espaços anónimos, os visitantes têm a oportunidade de recuperar a sua autonomia através de um distanciamento crítico que resulta num exercício de contemplação, introspeção e reflexão sobre um passado recente que nos parece, afinal, tão afastado.

A exposição foi inaugurada no passado dia 30 de março e estará patente no MAAT até ao próximo dia 5 de setembro de 2022.

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