1. O contexto é a vantagem defensável. Os modelos estarão disponíveis para todos. O que torna a IA de uma empresa única são os seus próprios dados, relações e contexto empresarial. A keynote destacou um ponto relevante para qualquer conselho de administração: a vantagem competitiva não está no modelo que se aluga, mas no contexto que só a própria organização pode fornecer.
2. A confiança é a única constante. Os modelos mudam continuamente, mas a estrutura que os governa permanece. A governação, as permissões e a classificação de dados devem estar implementadas antes da utilização de agentes em escala, e não acrescentadas posteriormente.
3. Escala comprovada, não apenas promessas. A Salesforce apresentou as suas implementações internas como prova de que o modelo funciona: agentes que geram centenas de milhões em pipeline e resolvem milhões de conversas de serviço. A mensagem para os clientes foi que esta é uma realidade de produção, não uma demonstração.
A keynote sublinhou ainda o aprofundamento da parceria entre a Salesforce e a Anthropic, posicionando modelos de fronteira como o Claude enquanto camada de raciocínio ligada à estrutura da Salesforce, combinando inteligência bruta com confiança empresarial.