A chegada da inteligência artificial generativa marcou uma primeira fase focada na aceleração de tarefas, na criação de conteúdos e na melhoria da interação com utilizadores. A IA agêntica representa uma evolução natural desse percurso.
Falamos de sistemas capazes de analisar informação, consultar várias fontes de conhecimento, coordenar tarefas e executar ações dentro de processos de negócio, sempre de acordo com regras, objetivos e mecanismos de governação definidos pela organização.
Apesar dos progressos alcançados, persistem processos fragmentados, dados dispersos por múltiplos sistemas e dificuldades em escalar iniciativas digitais de forma consistente. Ao mesmo tempo, os clientes exigem experiências mais rápidas, personalizadas e coerentes em todos os pontos de contacto. Neste contexto, surge uma nova questão: se uma parte significativa das operações já foi automatizada, qual é o próximo passo?
A resposta começa a ganhar forma através da IA agêntica, um conceito que está a assumir um papel cada vez mais relevante na banca e nos seguros.