Três aspetos destacaram-se num dia particularmente intenso:
1. O contexto, e não o modelo, constitui a vantagem competitiva. Quer no Data 360, no Sales Cloud ou na sessão de serviços financeiros, todos os clientes que apresentaram melhorias mensuráveis começaram por fundamentar a IA no contexto empresarial.
2. O playbook de três etapas repete-se em todas as escalas. Implementção rápida, personalização com as ferramentas da própria plataforma e, posteriormente, monitorização e otimização.
3. A governação deixou de ser apenas uma questão de segurança para passar a ser também uma alavanca de receita. O Agent Fabric, os limites determinísticos do Revenue Cloud e os modelos de pricing baseado em resultados refletem esta mudança: as empresas são chamadas a pagar e a governar aquilo que os agentes resolvem.
O segundo dia do Dreamforce confirmou que a corrida à IA já não consiste em criar modelos mais inteligentes. Consiste em construir empresas mais inteligentes. As organizações que combinam dados de confiança, agentes de IA e otimização contínua já estão a transformar a IA em resultados empresariais mensuráveis, com vantagens competitivas.